sexta-feira, 28 de setembro de 2012

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

"O homem que volta ao mesmo rio, nem o rio é o mesmo rio, nem o homem é o mesmo homem" - Heráclito


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Ah, a hipocrisia... Ela sabe da própria fraqueza e não tem coragem de olhar pra alguém, ela sempre olha pra todos, pois olhando pra todos, não olha pra ninguém!

E de repente para tentar melhorar as coisas quando quis sutil, pacífico, diplomático e indiretamente avisar justo o próprio portador do problema de que “todos nós” estávamos com problema, justo ele, o único e grande problema que influenciava a todos, hipocritamente se vira para dizer a todos nós que eu falei que todos estão me incomodando! Sim... Talvez tenha errado... Será que devia saber desde o início que com hipócritas é melhor ser cru e direto mesmo ou estarei me assemelhando a eles?... Será que vale a pena perder a amizade de um hipócrita do que ser caluniado por ele frente aos amigos que até já sabem sobre sua hipocrisia?... Como não disponho daquela espontaneidade dos xingamentos finos de ponta de língua onde muitos são mestres para “se saírem por cima”, e os xingamentos baixos e óbvios porém não menos dignos o hipócrita sabe “pôr no bolso” como um verdadeiro gentleman torpe, acho que é preferível realmente dizer a verdade do que penso na cara mesmo, ao menos saio de consciência tranquila sobre minha dignidade e qualquer reação que venha pode ser rebatida com o clássico “vai te enxergar”.



E viva a mais pura morbidez nauseabunda do espírito!

                                                                                            Philip G. Mayer


Boca de um hipócrita?



de diálogos...

- Ás vezes a gente escreve uma coisa a um nível já tão mastigado para a gente mesmo que quando outra pessoa começa a ler do nada não consegue achar muito nexo ou sentido... Tenho muita coisa na cabeça que é como se fosse uma clareira de ideia, porém sem conexão com outra coisa que fosse mais "prelúdio de raciocínio"... Ás vezes tu tem uma luz, mas tu não consegue externalizar ela porque se tu falasse seria algo completamente sem sentido, mas que em um longo raciocínio estaria dentro do contexto e com o seu devido sentido...

                                                                              Philip G. Mayer

sábado, 22 de setembro de 2012

“Dos sentidos, somente, provém toda credibilidade, toda a consciência tranqüila, toda evidência de verdade.” - F. Nietzsche


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A(À) Luz da Consciência



A consciência é como a luz da tocha que alguém carrega para dentro de um campo muito grande, escuro e cheio de obstáculos, à medida que se vai andando, a tocha vai iluminando o caminho e informando onde há um obstáculo a ser desviado, porém se quem carrega a tocha não acender fogueiras para que iluminem o trajeto e saber de onde saiu, chegará um momento em que estará perdido e será apenas um ponto luminoso com uma luz inútil para orientar-se em meio a vastidão escura e permeada de obstáculos. Da mesma forma, se acender fogueiras em uma única via, será somente um trajeto à luz da consciência, o resto continuará as escuras. O que se pode fazer também é incendiar um galho e atira-lo para longe, para que ilumine a área onde cair, porém depois para alcançá-lo é preciso levar a tocha para que ilumine o trajeto evitando qualquer percalço até a clareira do galho, e melhor ainda se acender fogueiras permanentes na trilha, vai facilitar a circulação da área sem que se esqueça do que tinha pelo caminho. Assim é a luz da consciência, além de enxergamos o que está ao fácil acesso podemos também iluminar algo ao longe e obter consciência daquilo, mas para sabermos como chegar até lá é preciso iluminar e conscientizar a trilha. Cuidado para nunca deixar apagar as fogueiras que iluminam cada passo já dado, ou vais acabar desorientado e perdido.

                                                                              Philip G. Mayer

   

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

"Mas não basta pra ser livre
ser forte, aguerrido e bravo;
povo que não tem virtude
acaba por ser escravo."

(Francisco Pinto da Fontoura)


20 de setembro de 2012

quarta-feira, 19 de setembro de 2012



Escolho Meus Amigos Pela Pupila


"Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco! Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois ao vê-los loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a “normalidade” é uma ilusão imbecil e estéril."

(Oscar Wilde)


Obrigado Wilde... Obrigado Abujamra.